Undertale
Toby Fox criou um jogo em que a opção mais radical é recusar-se a lutar. Undertale leva essa ideia
totalmente a sério: cada monstro tem um nome, uma piada e uma forma de ser poupado — e o jogo nunca
deixa você esquecer aqueles que não foram.
O que gostei
- Combate que também é conversa — desvio de bullet-hell combinado com atos de misericórdia.
- Uma trilha que usa leitmotifs tão bem que você sente os personagens antes de eles falarem.
- Uma escrita que é engraçada, depois terna, depois silenciosamente brutal sobre suas próprias escolhas.
O que não esperava
A pixel art disfarça o quanto está acontecendo, e a primeira hora pode parecer apenas fofa antes de
os ganchos fisgarem. Passe disso, porém, e poucos jogos recompensam a atenção como este.